Juíza Alda de Barros Araújo defende adoção de perspectiva de gênero nas audiências de conciliação em entrevista ao Jornal Gazeta de Alagoas
A juíza Alda de Barros Araújo, filiada à Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 19ª Região (Amatra19), concedeu entrevista ao Jornal Gazeta de Alagoas, publicada na última sexta-feira (15/5). Na ocasião, defendeu a adoção da perspectiva de gênero nas audiências de conciliação para reconhecer desigualdades e evitar a revitimização de mulheres em processos judiciais.
Na entrevista, A juíza Alda de Barros Araújo afirmou que a conciliação com perspectiva de gênero exige considerar vulnerabilidades e desigualdades entre as partes.
Segundo ela, mulheres em situação de violência patrimonial, psicológica ou econômica podem chegar às audiências sem condições iguais de negociação.
A magistrada defendeu que mediadores sejam preparados para identificar esses contextos e destacou que a aplicação do protocolo do CNJ ainda é pouco difundida entre advogados.
Alda também ressaltou que a violência patrimonial é subestimada e que o Judiciário precisa garantir uma mediação mais sensível e efetiva.
Para conferir a entrevista completa, acesse o site do Jornal Gazeta de Alagoas.

